Capítulo 80
coração; quando o passado era terminado com, o futuro,
não importado, o presente com seu já mudar
cores em baía e colina, seu movimento de brisas elétrico fresco-
imaginação de anel e pulsa, era ao todo.
E estava na estação da primavera de São Francisco que
Concha Arguello fez chocolate para o russo
a quem ela era dar um nicho na história de
a terra dela; e cantou à tarefa dela. Ela girou o
molinillo em cada xícara como estava cheio, enquanto chicoteando o
líquido fragrante para espumar; só pausando para ralhar quando
o criado dela manchou um dos pires delicados ou
xícaras. Rosa pobre não cantou, embora a primavera
afinado o espírito quebrado dela a uma melancolia mais suave
que quando os ventos uivaram e a névoa estava fria
na medula dela. Ela tinha sido condenada pelo último
Governador, o Borica sábio, para oito anos de cúpulas,-
servidão de tique na casa de Don Jose Arguello para
auxiliando o amante dela no assassinato da esposa dele. Trapaceiro-
cha, irrefletido em muitas coisas, fez o que ela pôde