Capítulo 1
7 de maio.--Eu amo meu jardim. Eu estou escrevendo agora nisto dentro
o encanto de fim de tarde, muito interrompido pelo mosquitoes,
e a tentação para olhar para todas as glórias do novo
folhas verdes lavaram meio uma hora atrás em uma chuva fria.
São empoleiradas duas corujas perto de mim, e está continuando um longo
conversação que eu desfruto até qualquer gorjeio de rouxinóis.
A coruja de cavalheiro diz [[notas musicais acontecem aqui dentro o impresso
texto]], e ela responde da árvore dela um pequeno modo fora,
[[notas musicais]], consentindo formosamente para e a completando
a observação de senhor, como se torna uma ela-coruja alemã corretamente construída.
Eles dizem inúmeras vezes tão enfaticamente a mesma coisa
que eu penso que deve ser algo sórdido sobre mim; mas eu devo
não me deixe seja amedrontado fora pelo sarcasmo de corujas.
Isto é menos um jardim que uma selva. Ninguém viveu
na casa, muito menos no jardim, durante vinte e cinco anos,,