T. S. (Timothy Shay) Arthur
Capítulo 20
as vítimas desamparadas dele não poderiam achar nenhum amigo simpatizando capaz economizar
eles de ruína.
Um dia, como Sr. Bacon madeira cortante era a em meio-inverno, o dele bastante
pilha de madeira pobremente fornecida, o taverna-guardião montou para cima. Havia
algo no semblante dele para o que enviou um senso rastejando de medo
o coração do fazendeiro.
"Bom dia, Sr. Dyer", disse ele.
"Bom dia", devolveu o taverna-guardião, formalmente. O habitual dele
sorriso estava ausente da face dele.
"Dia afiado, isto."
"Sim, bastante agudo."
"Você não entrará e levará algo?"
"Não, obrigado. H-h-e-em!"
Havia uma pausa.
"Sr. Bacon."
O olho do fazendeiro afundado em baixo do olhar fixo frio de Tintureiro.
"Sr. Bacon, eu adivinho eu terei que chamar em você para eles três
cem dólares", disse o taverna-guardião, em uma voz firme.
"Não pode pagar aquela hipoteca agora, Sr. Dyer", Toucinho devolvido, com um
expressão preocupada; "nenhum uso para pensar nisto."