Capítulo 66
Os bebês preto-de olhos; os voar-enxamearam lojas de doce,
O tecedor ao tear dele, o algodão-arco
Twangling, as mós que moem refeição, os cachorros,
Rondando para orts, o armourer hábil,
Com tong e martelo que unem camisas de correio,
O ferreiro com um enxadão e uma lança
Avermelhando junto nos carvão dele, a escola,
Onde arredonda o Guru deles/delas, em uma meia-lua séria,,
As crianças de Sakya cantaram o mantra por,
E instruído o maior e os menos deuses;
Os tintureiros que estiram waistcloths ao sol
Molhe dos barris--laranja, e rosa, e verde;
Os soldados que soam passado com espadas e proteções,
Os camelo-motoristas que balançam nas corcundas,
O brâmane orgulhoso, o Kshatriya marcial,
O Sudra labutando humilde; aqui uma multidão
Juntado para assistir alguns tagarelando o cobra-domador
Areje círculo o pulso dele a jóia viva
De asp e importuna, ou encanta a morte coberta
Para dança brava com zangão de cabaço de beaded;
Lá uma linha longa de tambores e chifres que foram,