Capítulo 19
Labutando para licença para viver; e como ele urgiu
Os bois grande-de olhos pelas horas flamejantes,
Aferroando os flancos aveludados deles/delas: então marcado ele, também,,
Como lagarto alimentou em formiga, e serpenteia nele,
E pipa em ambos; e como o peixe-falcão roubou
O peixe-tigre do que tinha agarrado;
O picanço que persegue o bulbul que perseguiu
As borboletas adornado com jóias; cultive em todos lugares
Cada matou um assassino e em troca foi matado,
Vida que vive em morte. Assim o espetáculo justo
Ocultado uma conspiração vasta, selvagem, severa
De assassinato mútuo, da lombriga tripular,
Quem ele mata o companheiro dele; vendo que--
O lavrador faminto e o kine labutando dele,
As barbelas deles/delas empolaram com o jugo amargo,
A raiva para viver que faz discussão todo viva--
O Príncipe Siddartha suspirou. "Nisto", disse ele,
"Aquela terra feliz eles me produziram ver?
Como salgado com suor o pão do camponês! como duro
O serviço dos bois! no freio como feroz
A guerra de fraco e forte! i' th' ar que enredos!