A Luz de Ásia

Sir Edwin Arnold

Capítulo 19

Labutando para licença para viver;  e como ele urgiu
Os bois grande-de olhos pelas horas flamejantes,
Aferroando os flancos aveludados deles/delas:  então marcado ele, também,,
Como lagarto alimentou em formiga, e serpenteia nele,
E pipa em ambos;  e como o peixe-falcão roubou
O peixe-tigre do que tinha agarrado;
O picanço que persegue o bulbul que perseguiu
As borboletas adornado com jóias;  cultive em todos lugares
Cada matou um assassino e em troca foi matado,
Vida que vive em morte.  Assim o espetáculo justo
Ocultado uma conspiração vasta, selvagem, severa
De assassinato mútuo, da lombriga tripular,
Quem ele mata o companheiro dele;  vendo que--
O lavrador faminto e o kine labutando dele,
As barbelas deles/delas empolaram com o jugo amargo,
A raiva para viver que faz discussão todo viva--
O Príncipe Siddartha suspirou.  "Nisto", disse ele,
"Aquela terra feliz eles me produziram ver?
Como salgado com suor o pão do camponês!  como duro
O serviço dos bois!  no freio como feroz
A guerra de fraco e forte!  i' th' ar que enredos!
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