T. S. (Timothy Shay) Arthur
Capítulo 63
então encolhido longe do quarto. Eu sentia muito, em um momento que eu tive,
se permitido falar indelicadamente com a pequena menina; para lá era
nenhuma necessidade de meu fazer assim; além disso, e ela tinha levado minhas palavras, como eu
poderia ver, profundamente para coração. Eu tinha a feito infeliz sem uma causa.
O rompimento do acrobata era provável um acidente para acontecer a qualquer
um e a criança sentiam ruim evidentemente bastante sobre o que tinha acontecido,
sem ter meu desgosto somado demais.
Se eu estivesse infeliz que antes de a Jane entrasse em meu quarto que eu ainda era mais
infeliz depois que ela se aposentasse. Eu me culpei, e teve pena da criança;
mas isto não fez dentro o menos repare o assunto.
Em sobre meio uma hora, a Jane propôs o Willy muito quietamente, meu querido
pequeno, ondulado-cabeludo, menino de anjo-face, nos braços dela. Ele tinha caído
adormecido, e ela teve, com a força extrema dela, o levou
para cima-degraus. Ela não ergueu os olhos dela para minar como entrou ela, mas