Capítulo 23
pelas folhas grossas do direito de teixo-árvore até o trono de Zeus,
onde Phoebus o, Phoebus com o cabelo dourado dele, escuta.
E a lira de marfim dele responde a seus acentos melancólicos; ele junta
o coro dos deuses e das pressas de lábios imortais deles/delas um canto sagrado
de vozes santificadas. (A FLAUTA É TOCADA ATRÁS DA CENA.)
f[1] O filho de Tereus e Procne.
PISTHETAERUS
Oh! por Zeus! o que uma garganta que pequeno pássaro possui. Ele encheu
o coppice inteiro com melodia mel-doce!
EUELPIDES
Silencie!
PISTHETAERUS
O que é a questão?
EUELPIDES
Você manterá silêncio?
PISTHETAERUS
Para que?
EUELPIDES
Epops vai cantar novamente.
EPOPS (NO COPPICE)
Epopoi poi popoi, epopoi, popoi, aqui, aqui, rápido, rápido, rápido,,
meus camaradas no ar; tudo você que saqueiam as terras férteis
do husbandmen, as tribos inúmeras que juntam e devoram
a cevada semeia, a raça voadora rápida que canta tão docemente.
E você de quem gorjeio suave ressoa pelos campos