Capítulo 86
sua embriaguez? Você terá que alegar.
PHILOCLEON. Oh, não, não! um pequeno bonita conversa e contos agradáveis vão logo
resolva o assunto e a reconcilie comigo.
A ESPOSA DE PADEIRO. Não assim, pelos pares de deusas! Não será dito que
você tem com impunidade consentido as mercadorias de Myrtia,[156] a filha de
Ancylion e Sostraté.
PHILOCLEON. Escute, mulher, eu desejo lhe contar uma anedota adorável.
A ESPOSA DE PADEIRO. Oh! amigo, nenhuma anedota para mim, lhe agradece.
PHILOCLEON. Um Esopo noturno estava saindo para ceia. Uma cadela bêbeda teve
o descaramento para latir perto dele. Esopo disse a ela, "Oh, cadela, cadela! você
faria bem vender sua língua má e comprar algum trigo."
A ESPOSA DE PADEIRO. Você faz um falso de mim! Muito bem! Seja você que gosta você, eu
deva convocação você antes do inspectors[157 de mercado] para dano feito meu
negócio. Chaerephon[158] aqui será minha testemunha.
PHILOCLEON. Mas há pouco escuta, aqui é outro o agradará talvez