Capítulo 39
não possa? Nem eu qualquer um...."
"Mas estas senhoras falam marvellously francês...."
Uns um em outra casa estava tocando um instrumento antigo. Sua música
roube pelo quadrado aberto. Soldados passaram cantando na rua.
Cem milhas... cem anos fora... se deite Barra-le-Duc, líquido em
lama, encharcado em chuva eterna. "O que fui eu?" Fanny pensada em assombro.
"Ao que tinha vindo eu, naquela cabana de preto!" E ela pensou que ela teve
corra até o fundo de viver, lain naquele chão duro onde o pobre
minta, conhecido o que era viver como o pobre ao vivo, em um buraco, sem
generosidade, beleza, ou privacidade--em um buraco, sujo e frio, planície
e grosso.
Ela olhou ao neighbour dela com maravilha e avaliação, delícia e
inveja. Havia uma luz, cheiro limpo no cabelo dele. Ela viu as mãos dele,
as unhas dele. E o próprio dela.
Um judeu jovem oposto o dela teve o cabelo dele enrolado, e uma flor pulverulenta lânguida
sobre a face dele.
("Mas não importa! Isso é civilisation. Há as pessoas de que viram