Capítulo 32
Então como a feira de donzela ele abraça,
Me vendo a abraçar todo em chamas,
Ele vai por acaso (para lá nenhum homem é mais básico),
O virando redondo como um tolo preguiçoso,
Diretamente em minha boca entregue um facer,
Batendo meu choirmen de marfim fora.
ANFITRIÃ. O Plathane! Plathane! Aqui é que o homem malcriado,
Isso é ele que entrou uma vez em nossa taverna,
E comeu dezesseis pães.
PLATHANE. O, assim ele é! O mesmo homem.
XAN. Azar para alguém!
HOS. O e, além de, esses vinte pedaços de guisado,
Pedaços de meio-óbolo.
XAN. Alguém vai pegar isto!
HOS. Aquele alho também.
DIO. Mulher, você está falando tolice. Você não sabe o que você está dizendo.
HOS. O, você pensou que eu não o deveria conhecer com seus coturnos em!
Ah, e eu não tenho contudo mencionou tudo aquilo peixe,
Não, nem o queijo novo-feito: ele tragou isto abaixo,
Cestas e tudo, azarado que nós éramos.
E quando eu há pouco aludi ao preço,
Ele parecia tão feroz, e berrou como um touro.