Capítulo 38
está claro que ele identificou isto com a vida do filósofo, como
ele entendeu isto, uma vida de atividade intelectual incessante em qual a
menos às vezes todas as distrações e perturbações inseparável de
vida prática parecia desaparecer e não se tornar como nada. Este ideal era
em parte uma herança do idealismo mais ardente do mestre Plato dele,
mas em parte era a expressão de experiência pessoal.
A nobreza deste ideal não pode ser interrogada; a concepção do
fim de homem ou uma vida viveu para verdade--de uma vida felizmente absorvido em
a visão de verdade--é um alto e inspirando um. Mas nós não podemos resistir
certas críticas em sua apresentação por Aristóteles: (1) a relação
disto para o mais baixo ideal de prática é esquerdo um pouco obscureça; (2) é
descrito de tal um modo como só faz seu realisation possível para um
talentoso poucos, e debaixo de circunstâncias excepcionais; (3) parece dentro vário
modos, como cumprimentos seu conteúdo, ser desnecessariamente e injustificavelmente,