Capítulo 63
BDELYCLEON. Ah! meu querido pai, seja bom! seja humanitário! Leve esta votação
seixo e apressa com seus olhos fechados àquele segundo urn[105] e,
gere, o absolva.
PHILOCLEON. Não, eu sei nenhum mais como absolver que jogar a lira.
BDELYCLEON. Venha depressa, eu lhe mostrarei o modo.
PHILOCLEON. É este a primeira urna?
BDELYCLEON. Sim.
PHILOCLEON. Então eu votei.
BDELYCLEON (_aside_). Eu o enganei e ele absolveu apesar de
ele.
PHILOCLEON. Venha, eu me mostrarei as urnas. O que é o resultado?
BDELYCLEON. Nós veremos.--Labes, você posto absolveu.--Eh! pai,
o que é a questão, o que é?
PHILOCLEON. Ah eu! ah eu! molhe! molhe!
BDELYCLEON. O, senhor, reúna!
PHILOCLEON. Me fale! Ele realmente é absolvido?
BDELYCLEON. Sim, certamente.
PHILOCLEON. Então está por toda parte comigo!
BDELYCLEON. Coragem, querido pai, não deixa isto o afligir tão terrivelmente.
PHILOCLEON. E assim eu acusei minha consciência da absolvição de um
ser de acusado! O que me restará? Deuses sagrados! me perdoe. Eu fiz isto