Capítulo 21
praticamente unânime descrevendo inspiração como os erguendo fora de
eles, em êxtase ego-esquecida. Até mesmo aquele arquear-egoísta, Byron,,
concede este ponto. "Se retirar de mim--oh, aquele amaldiçoado
egoísmo", ele escreve, alguma vez "foi meu inteiro, meu motivo sincero em
rabiscando nada." [Nota de rodapé: Cartas e Diários, ed, Rowland E.,
Prothero, 26 de novembro de 1813.] Seguramente nós podemos reclamar que é bastante
duro em nós se o poeta só pode escapar dele se lançando
à cabeça do leitor.
Pareceria natural para concluir da abnegação de inspiração
que o freqüentemente inspirado o poeta é, o menos vai ele
seja um assunto interessante para verso. Novamente nós temos que citar Keats para
confute os irmãos mais egocêntricos dele. "Poeta", Keats diz, "é o
a maioria do unpoetical de qualquer coisa em existência, porque ele não tem nenhuma identidade; ele
é continuamente dentro para, e enchendo, algum outro corpo. O sol, a lua,,
as estrelas, e os homens e mulheres que são criaturas de impulso são poéticas