O Estrangeiro Feliz

Enid Bagnold

Capítulo 8

"Bandidos!"

Acalmando, por um lado, que pede no outro, a menina adquiriu liberte de
o amigo novo dela, e efetuou uma entrada no hotel. ("Se hotel isto
é!" ela pensou, na passagem breve de um tempo pânico o homem velho
se inclinado aos parafusos da porta.)

"Eu tenho quartos bastante", ele disse, "se aloja bastante. Agora _they foram.
Me siga."

Ela seguiu a chama de vela dele e ele lançou aberto uma porta no chão
chão.

"Eu tenho nenhum claro o dar."

"Ainda eu tenho que ter uma luz."

Murmurando, ele produziu meio uma polegada de vela de cera.

"Se apresse em cama e isso durará você. É tudo que eu tenho."

A cama usou um tapete de coloured, nu e emagrece, um eiderdown, úmido e
mofado. Esparramando o mackintosh molhado dela no topo ela se rodou para cima como
bem como pôde ela, e desenvolvendo um tipo de calor para manhã,
dormido uma hora ou dois. A luz do dia lhe mostrou para nada que lavar dentro, não
jarro, nenhuma bacia, nenhum sino para puxar.

Como ninguém viria a ela, como lá nada era ser ganho por
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