Capítulo 70
Ela voltou para a rua dela. Chegando à casa grande, populosa ela
seguido o corredor que conduziu do pátio de pedra, escalou o
primeiro chão e abriu a porta do próprio quarto dela. Uma desilusão amarga
a traspassado. A mobília íntimo-acumulada parecia dizer indiferentemente,
"Não há muito quarto para você!" e ela soube bastante bem como ela se sentou
na cama que não era o quarto dela nada, mas tinha sido como público para
os pássaros de passagem como a filial de uma árvore para os pássaros do ar.
"Eu fiz tão pequeno. Eu fiz tão pequeno. Era tal um pequeno engano!"
Pena de si mesmo a inundou.
"E por que ele me pediu que viesse para a Catedral se tal uma pequena coisa,
tal uma pequena coisa...." Rosa de indignação.
"Coisas não esmigalham assim, não desapareça assim!" Ela fitou,
surpreso, às cenas ela tinha a deixado para trás, o lustrando do
Catedral escura, a ondulação na Moselle. "Mas eles fazem, eles fazem,
eles fazem...."
Abaixo na rua o próprio nome dela pegou a orelha dela, e ela foi o