Capítulo 65
sacrum_, trouxe o luto religioso a um fim. Não que o morto
foi esquecido depois do funeral: ano por ano, nos aniversários de
morte e enterro, e em certas ocasiões fixas conhecidas por tal
títulos sugestivos como 'o dia de rosas e 'o dia de violetas', o
a família revisitaria a tumba e faria oferecimentos simples de bolo salgado
(Salsa_ de _mola), de pão saturado em vinho, ou guirlandas de flores: lá
é algum rastro, em tal ocasiona, de oração, mas pareceria ser
bastante a repetição de fórmulas religiosas gerais que uma petição para
o morto para bênçãos definidas.
Tal é as características principais do ritual familiar em relação a
o morto deles/delas; mas se nós formos formar qualquer só noção de convicção, nós devemos
os complete através de referência para as cerimônias do estado que
aqui, como em outro lugar, é muito claramente o casa-culto 'escrito grande.'
Nos Calendários nós achamos duas celebrações óbvias com relação a
o morto, acontecendo a estações diferentes do ano, e consistindo