Judy

Temple Bailey

Capítulo 28


EM O JARDIM DE O JUIZ

O jardim do Juiz não era um lugar de canteiros de flores flamejantes e liso
gramados cortados aberto ao olhar de todo passante.

Era uma mancha quieta.  Um lugar onde flores antiquadas floresceram
modestamente em cantos aposentados, ocultou de olhares fixos curiosos por uma cerca viva alta
de caixa aromática.

Havia uma fonte no jardim do Juiz, meio-escondido por um
borda cercando de ouro e flor-de-lis roxa onde um cupid marmóreo
montado gaily na parte de trás de um golfinho de bronze, de de quem boca borbotada um
fluxo de água límpida.

Também, havia em verão, uma selva enroscada de
rosas--cem-copado, e pequeno amarelo, e carmesim
de quem arbustos altos tamparam a cerca viva, e grande branco que se se pegar a
amorosamente para a parede de pedra velha da que era a barreira ocidental o
jardim.  E havia uma cama de murta, e outro de verbenas,
em cima de qual as borboletas andaram sem destino em dias de verão quentes, e outro de
amor-perfeitos, e ao longo da parede grandes aglomerações de lírios de vale.  E ao
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