Judy

Temple Bailey

Capítulo 23

assobiando pelas velas."  A face dela era agora toda a animação, e
havia uma mancha de cor brilhante em cada bochecha.

"Como bonito ela é", a Anne pensou a ela.  "Como mesmo, mesmo
bonito."

"Você deve ter odiado deixar isto", ela disse, agora.

"Eu nunca superarei isto", disse Judy com uma certa ferocidade.  "EU
queira ouvir o 'estrondo--estrondo--estrondo' das ondas--está tão quieto aqui,
tão mortalmente, mortalmente quieto--"

"Como doce seu quarto é", disse pequena Anne diplomática, mudar o
assunto.

"Sim, eu gosto deste quarto", Judy admitido relutantemente.

Havia se imagina em todos lugares--- aqui uma pequena paisagem escura, mostrando,
o coração de alguma floresta velha, lá um jardim flamejante, todo vermelho e azul,
e roxo em um clarão de luz solar.  No nicho estava uma gravura--o
cabeça de um sonhar-criança, e um água-cor nublado pendurou em cima da escrivaninha de Judy.

"Eu fiz que eu", ela disse, como a Anne examinou isto.

"Oh, você pinta?"
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