Judy

Temple Bailey

Capítulo 22


Mas a Anne não era ler conferências morais lá ao amigo dela, e em
fato como Judy abriu a porta do quarto dela, a pequena menina rural,
esquecido de tudo mas a cena antes dela.

"Oh, Judy, Judy", que ela chorou, "como você fez isto se parecer?  EU
nunca viu qualquer coisa como isto.  Nunca."

Donde eles estavam de pé que eles pareciam olhar fora em cima do mar--um mar
encrespado por um vento fresco, de forma que whitecaps caindo mostrou no
topos das ondas verdes.  Não um navio seria visto, não uma gaivota varreu
pelos céus de meio-dia-tempo nebulosos.  Há pouco molhe, molhe, em todos lugares, e um
senso de distância imensurável.

"É um espelho", Judy explicou, "e reflete um quadro no
outra parede."

"Parece da mesma maneira que se eu estivesse olhando fora de uma janela", disse a Anne.  "EU
nunca viu o mar, Judy.  Nunca."

"Eu amo isto", chorou Judy, não há nada como isto no todo
mundo--o cheiro disto, e o tapa do vento contra suas bochechas.
Oh, Anne, Anne, se nós só estivéssemos lá fora em um barco com o vento
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