Capítulo 57
"Delilah."
"Não é."
A risada de luz de Leila o escarneceu. "Sim, é, Barry. Ela chama
ela Lilah e pronuncia isto como mino eu. Mas ela a assina
cheques De-lilah."
Barry recuperou. "Onde você a conheceu?"
"Na escola. O pai dela em Congresso. Eles estão vindo a nós
para-amanhã. Pai me pediu que os convide como convidados de casa até que eles
ache um apartamento."
"Bem, ela está deslumbrando."
Leila ardeu. "Eu não vejo como você pode gostar--o tipo dela----"
"Pequena senhora", ele preveniu, "você tem ciúmes. Eu dancei quatro danças
com ela, e único com seus chinelos rosas novos."
Ela ressaltou um pé pequeno. "Eles são adoráveis, Barry", ela disse,
arrependidamente, "e eu não lhe agradeci."
"Por que o deva? Só olhar agradável, por favor. Eu tive bastante repreensão
durante um dia."
"Quem ralhou?"
"Mary."
Leila olhou no jantar-quarto onde, na justiça esbelta dela, Mary
estava como um lírio pálido, entre todas as mulheres de tulipa, e mulheres de papoula, e