Capítulo 6
meu coração."
A senhora delicada, esplêndido em nublado ate e enfeita com jóias, deu um pouco
tremor nervoso ao pensamento nu de pobreza.
"Que fantasias estranhas que você tem, criança, e como pequeno você sabe do
realidades de vida." Mas contemplando na pura face, com um medo vago,
para aquele futuro, e sabendo Aquele só souberam se pode
contenha felicidade ou miséria pelo bem dela, ela disse, com visível
emoção, "Você é uma menina boa, Clemence, e tudo que pode estar dentro o
futuro, se lembra que eu sempre busquei seu bem-estar como o um grande
objeto de minha existência. Sempre se lembre que, Clemence."
"Eu vou, minha própria mais querida mãe", a menina respondeu entrecortadamente; e nem
poderia ver o outro por uma névoa de lágrimas.
Era um pressentimento do destino próximo deles/delas?
Clemence pensou freqüentemente, entre a escuridão que seguiu, que era; e
muitas vezes nos sonos sonhar-assombrados dela, murmurou, "Sempre se lembre