Capítulo 7
como o sol, e uma túnica azul, toda a real seda! E eu tenho meu
embolse cheio de centavos, e você terá uma laranja, mãe, e já
tantos coisas agradáveis além de. Veja, mãe querido!"
Ele exibiu um punhado de moeda, mas ela não o notou. Ele olhou a
o dela pela escuridão do crepúsculo, e um sentimento de temor terrível
roube em cima dele. Ele rastejou ao lado dela, e tocou a bochecha dela com seu
dedo. Estava frio como gelo. Uma palidez mortal transborda a face dele; o
centavos e as flores rolaram despercebido ao chão.
"Morto! morto! Minha mãe está morta!" ele chorou.
Ele não exibiu nada da aflição apaixonada para a qual é natural
infância--não havia nenhuma lágrima nos olhos febris dele. Ele levou o resfriado dela
entregue o próprio dele, e estava de pé lá a noite toda, suavizador atrás o
cabelo bonito, e falando com ela como a pessoa falariam com uma criança doente.
Era assim aquele Moleiro de Tapete o achou na manhã que vem. Tapete era um pouco