Capítulo 6
baixando o boné dele em cima dos olhos dele, e agarrando os talos das flores dela
firmemente na pequena mão roxa dele, ele começou para casa.
Casa! Quase não poderia ser chamado assim, e ainda albergou o Arqueiro. Seu
mãe estava lá--a querida mãe que era todo o mundo a ele. Estava dentro
uma parte pobre da cidade--um velho, tombo-abaixo casa de madeira, enxameando com
inquilinos, abundando com miséria, sujeira, e crime.
Para cima um vôo louco de passos, e virando à direita, Arqueie serra que o
porta do quarto da mãe dele era meio-modo aberto, e a tempestade tinha batido dentro
no chão. Era toda a umidade e escuro, e tal um ar indescritível
de desolação em cima de qualquer coisa! O coração de arqueiro bateu um pequeno mais lento como ele
entrado. A mãe dele sentou em uma braço-cadeira pela janela, uma caixa descoberta,
no colo dela, e um medalhão de miniatura apertou na mão dela.
"Oh, mãe! mãe mais querido!" chorado Arco, enquanto sustentando as flores, "só,
veja o que eu tenho! Um anjo os deu a mim! Um mesmo anjo, com cabelo,