Capítulo 4
forte, e as bochechas dela nunca têm qualquer cor neles, como seu."
"E ela ama flores?"
"Sim, ela os ama afetuosamente. Ela sempre os beija, quando ela tem qualquer.
E isso não é freqüentemente."
"Sim? Isso é agradável. Há pouco como eu fizesse!" dito a pequena menina, em um
voz agradada. "Sr. Burns"--para o balconista áspero--"aqui é um dólar. Dê
eu algumas reais rosas agradáveis, e dois ou três doces cor-de-rosas. A senhora deve
tenha algumas flores. Lhe fale eu os enviei."
"Eu direi quem os enviou?"
"Margie Harrison. Ela me conhecerá, pense?"
"Eu não adivinho. Mas é todos o mesmo. Eu lhe falarei você é um do
anjos, qualquer modo. Ela sabe deles, porque ela é me falada muitíssimo
sobre eles."
A pequena menina riu, e lhe deu as flores.
"Não os suje com suas mãos encardidas", ela disse, um pequeno saucily; "e
quando você chega em casa--vejamos, o que é seu nome?"
"Arqueiro Trevlyn."
"Por que, isso que um nome agradável! Há pouco iguais nomes em um livro de contos. Eu sei alguns