Capítulo 37
E em difusão já mais intenso,
Assim deva eu uno o Coro Invisível
De quem música é a alegria do mundo."
George Eliot e Carlyle em cima de acentuou um a raça, o outro
o indivíduo.
O lugar de Mazzini em pensamento estava exatamente entre os dois.
Ele acreditou em Deus _and_ a Humanidade Coletiva. Humanidade em Deus. Ele
dito: "Nós não podemos nos relacionar com o Divine, mas por
humanidade coletiva. Sr. Carlyle compreende só o indivíduo; o
verdadeiro senso da unidade da raça o escapa. Ele simpatiza com
homens, mas está com a vida separada de cada homem, e não o deles/delas
vida coletiva."[3]
Coletivo labuta, de acordo com um plano educacional, projetou por
Providência, era, Mazzini acreditou, o único possível desenvolvimento de
Humanidade.
Ele nunca poderia ter confiado em qualquer desenvolvimento bom e efetivo de
Humanidade só.
Nacionalidade, ele reverenciou, e alargou a idéia, até que abraçou
o mundo inteiro. Ele disse que era a missão, a vocação especial de
tudo que sentiam a responsabilidade mútua de homens. Mas nacionalidade de