Capítulo 37
e se levantava. A face dela não pôde virar qualquer mais branco, mas os olhos dela eram
lustre imediatamente, e a expansão de narinas dela.
"Não pode ser possível que você me deseje que me case aquele homem--Levine", ela,
gaguejado. "Eu não sei como eu posso pensar em tal uma coisa--mas eu faço--isto
parece a mim eu vejo isto em seus olhos."
"Sim", disse a mãe dela, com um pouco de intranqüilidade. "Sim; e minhas razões são
bom--"
"Eu não os escutarei!" Rachael gritado. "Eu não o me casarei! Seu
brancura me faz doente! Eu sei que ele não é um homem bom! Eu sinto isto! Eu nunca
poderia estar contente com ele! Eu nunca poderia o amar!"
Mary Fawcett olhou para ela espantado, e, para um momento, sem responder,;
ela viu o próprio testamento dela se afirmando, ouviu isto nessas notas penetrantes,
e ela soube que pulou de fundações mais fortes e mais trágicas
que alguma vez tinha existido na própria natureza dela; mas se acreditando ser