Capítulo 22
marcos familiares da Ilha de "St. Kitts." Da varanda dela a Mary
Fawcett poderia ver, longe até o direito, uma aldeia grande de cabanas de negro,
só os telhados africanos colmados visível entre as folhas longas do
palmas de cocoanut com que os pretos invariavelmente cercam o deles/delas
habitações. Além era Colina de Brimstone com sua fortaleza inconquistável. E
na esquerda, longe fora em mar, as alturas roxas dela e costas palma-orladas
afundando o primoroso azul do Caribe de dia, um branco já
espírito variável no crepúsculo, e nenhum mais vestígio dela debaixo do
estrelas que a teve afundado de onde ela veio--Nevis. Mary Fawcett nunca fixou
caminhe no dela novamente, mas ela aprendeu sentar e a estudar com um caprichoso
afeto que era um das poucas liberdades que ela lhe permitiu
imaginação. Mas se os anos de unhappiest da vida dela tivessem estado gastos
lá, assim a teve mais justo. Ela tinha amado o marido brilhante dela nela
mocidade, e todos os triunfos sociais de um bonito e afortunado jovem