Matrimônios consangüíneos na População americana

George B. Louis Arner

Capítulo 13

1858, pp.  321-425.]

[Nota de rodapé 7:  "Du Croisement des famílias", _Mem. la de de Societe
d'Anthropologie_, vol.  i, 1860-63, pp.  505-557.]

[Nota de rodapé 8:  Veja o Morris:  "Em Matrimônios de Consangüinidade", em _Amer.
Med. Times_, Arruine.  23, 1861.]

[Nota de rodapé 9:  Veja _Bulletins de la d'Anthropologie_ de Societe, 1863, pp.
515-575;  1877, pp.  203-213.]

Em Inglaterra discussões semelhantes aconteceram durante o mesmo período,
porém, complicado pela presença do paciente e
longo-sofrendo a irmã de esposa falecida."" O melhor do trabalho inglês
foi o estudo estatístico por George H. Darwin,[10] e o
"Matrimônio clássico de Perto de Família" por Alfred H. Huth, um livro de 475 páginas,
inclusive uma bibliografia muito completa para a data do segundo
edição, 1885. Embora o livro de Sr. Huth não é grátis de erro, e é
embaraçado com uma quantia grande de material inútil, está agora depois
trinta-três anos, sem dúvida o melhor tratamento do assunto.

[Nota de rodapé 10:  "Matrimônios de Primeiros Primos na Inglaterra e o deles/delas
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