Capítulo 19
"Um potro bom!" disse o Allen, como eles estavam a caminho do estábulo.
"É, sor", disse o funileiro, "uma raça mais excelente o' cavalos."
"Onde de?"
"O grandsire do deserto de Arábia onde o Alá criou o
cavalo fora o' o vento sul. Veja os flancos esbeltos do
Barbary? Veja o olho dela?"
Ele parecia falar naquela tensão estranha para a mera alegria disto, e
havia na voz dele a Deus-determinada vaidade de pássaro ou poeta.
Ele tinha pegado a égua pela pequena plumagem dela e estava de pé, enquanto a batendo levemente
testa.
"Uma coisa maravilhosa, sor, é o "olho do cavalo, ele continuou. "Um
olhe! um' eles sabem se ye é amável ou cruel. Doce Phyllis! O dela
pálpebras são como arcos; as chicotadas dela gostam da barba o' o milho. Tenha
ye já ouviram as três orações o' o cavalo?"
"Não", disse o Allen.
"Bem, três vezes por dia, sor, ele reza, assim eles dizem, no
deserto. Pela manhã ele pensa uma oração assim, 'o O Alá!
me faça o amado' eu o mestre.' Ao meio-dia, 'Faça bem por mim o mestre que