W. G. Archer
Capítulo 88
ele e ao invés chama para prestar atenção ao charme dele.
Eu me lembro de Krishna, os gracejos que ele fez, que colocou o esporte dele dentro o
dança pastoral,
A doçura de de quem néctar de lábios continuou fluindo com notas do atrair dele
flauta melodiosa,
Com o jogo de de quem olhos e o lance de de quem cabeça os brincos
continuado oscilando nas bochechas dele.
Eu me lembro de Krishna, os gracejos que ele fez, que colocou o esporte dele dentro o
dança pastoral,
De quem sobrancelha teve uma mancha de sandália perfeita, como entre nuvens escuras o disco
da lua,
De quem porta-como coração estava sem piedade ao esmagar os seios de
peitos inchando.
Deseje até mesmo agora em minha mente tola para Krishna,
Para Krishna--sem mim--ainda desejando as rebanho-meninas.
Vendo só o bem na natureza dele, o que farei eu?
Agitado eu não sinto nenhuma raiva. Agradado sem causa, eu o absolvo.
E ela continua:
O o fazem me desfrutar, meu amigo que Krishna tão inconstante,
Eu que está a caminho tímido como uma menina do primeiro do trysts dela de amor,
Ele que está encantando com palavras lisonjeiras, eu que é tenro
Em fala e sorrindo, ele em de quem quadril o artigo de vestuário mente frouxamente usado.
O o fazem me desfrutar, meu amigo que Krishna tão inconstante,
Eu que suou e umedeceu por toda parte com carinho meu corpo esforço,
Aquele Krishna cujas bochechas eram adoráveis com abaixo toda a posição em fim
como emocionou ele,
De quem olhos meio-fechados eram desfalecidos, e inquietos com encher até a borda
desejo.
O o fazem me desfrutar, meu amigo que Krishna tão inconstante,
Eu de quem massas de cachos estavam como flores solto-deslizando cujo
palavras amorosas
Era vago a partir de pombas que Krishna cujo seio é marcado
Com arranhões, ultrapassando tudo no amor dele que a ciência de amor
poderia ensinar.
O o fazem me desfrutar, meu amigo que Krishna tão inconstante,
Para de quem ato de desejo as peúgas realizaram em meus pés bejewelled