Capítulo 92
aceitar um quieto, até mesmo um indeciso, terminando. [11] Não obstante é
e já deve ser verdade que, a um período muito cedo o planejando de
o jogo dele, o dramaturgo deveria se assegurar que o tema dele é
capaz de um fim satisfatório. Claro que esta frase não insinua um
"fim feliz", mas um que satisfaz o autor como sendo artístico,
efetivo, inevitável (no caso de um jogo sério), ou, em uma palavra,
"direito." Um fim obviamente provisional nunca pode ser desejável, ou,
do ideal ou do ponto de vista prático. Muitos jogos excelentes
foi destruído nesta pedra. A reclamação muito freqüente que "o
por último ato é fraco" sempre ou necessariamente não é uma repreensão justa; mas isto
é assim quando o autor esteve claramente a uma perda para um fim, e tem
simplesmente amontoado o jogo dele para cima em uma moda convencional e superficial. Isto
pode ser dito até mesmo que alguns temas aparentemente promissores são enganosos dentro
a promessa deles/delas, desde que eles são inerentemente incapazes de um satisfatório